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GUIMARÃES ROSA NAS PARAGENS DE POUSO ALTO

  • Foto do escritor: ciavozdaterra
    ciavozdaterra
  • 5 de ago. de 2024
  • 1 min de leitura


Ao longo de sua vida, Guimarães Rosa construiu um império de sagas, composto por destinos de jagunços, donos de terras e fazendeiros entre perversos e generosos. Percorriam matas agrestes, rios profundos, à procura de vítimas com quem pudessem dividir ódios, amores, infelicidades e dores.


João Guimarães e seus verdes verdejantes, inspirou a Companhia Teatral Voz da Terra, da cidade mineira de São Thomé das Letras, na pessoa da diretora Iara Fortuna, a fazer uma adaptação coesa e brilhante intitulada: “O Sertão de Guimarães”.



Espetáculo que o sucesso estrondoso, o fez ser convidado para apresentação em outros territórios mineiros, além da cidade em que foi inaugurado: São Lourenço e Pouso Alto.



As plateias de “O Sertão de Guimarães” ficavam impactadas e com os olhos marejados, no momento mais apocalíptico da narrativa: a morte recíproca entre Diadorim e Hermógenes – o grande antagonista da história.



Em meio a um banho de sangue, o espetáculo não ficou preso a si mesmo, trabalhou entre dialéticas e contradições o tempo todo. Suas manifestações se bifurcaram em: o Bem e o Mal; Deus e o Diabo; “Vida – Travessia Perigosa”; “Sertão que se alteia e abaixa...”



“Quando eu morrer, que me enterrem que me enterrem na beira do chapadão, contente com minha terra, cansado de tanta guerra, crescido de coração."


(C) NONADA CULTURAL LTDA. AGRADECIMENTO ESPECIAL À VIÚVA DO AUTOR, SRA. ARACY MORBUS DE CARVALHO GUIMARÃES ROSA, A QUEM A OBRA FOI DEDICADA E A TESS ADVOGADOS.


Texto: Marlene Fortuna

Fotos: Cauesaothome


 
 
 

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